MY STUFF | Meus discos autografados pelo New Order

BLTautoUm dos meus grandes orgulhos como fã de Joy Division e New Order é ter uma respeitável coleção de discos das duas bandas que reúne, além dos álbuns oficiais, singles, EPs, bootlegs, edições limitadas e raridades, etc. Há quem considere isso perda de tempo hoje em dia – para que entulhar a casa de vinis e CDs, sem contar o enorme dispêndio financeiro, quando se pode baixar tudo na internet e, em seguida, armazenar sua coleção no seu HD ou em uma “nuvem”?

Para os moderninhos de plantão, eu digo o seguinte: não é a mesma coisa. Para um fã de verdade, correr atrás daquela edição limitada numerada a mão lançada só no Japão é como sair à caça de um tesouro perdido: é perseguir seu rastro, procurando pistas aqui e ali (soltando uma boa grana no meio do caminho, evidentemente), até conquistar o privilégio de estar entre aqueles poucos que puderam pôr os olhos e as mãos naquele Santo Graal. É meio que bancar o Indiana Jones.

Uma peça de coleção adquire valor ainda maior – e não me refiro necessariamente ao valor financeiro – quando está assinada pelo(s) autore(s). Para os colecionadores de MP3, lamento informar que ainda não é possível autografar arquivos de áudio. Não teria muito cabimento pedir, por exemplo, que o Bernard Sumner ou o Peter Hook autografassem o meu iPod… Felizmente, isso não foi preciso. Hoje tenho quatro discos assinados por diferentes configurações do New Order. Os singles de 7″ de “Bizarre Love Triangle” (1986) e “Blue Monday ’88” (1988) estão autografados pelo New Order clássico, aquele que aprendemos a amar desde sempre: além de Sumner e Hook, Gillian Gilbert e Stephen Morris. Mas na capa do CD Singles, de 2005, temos, alem dos quatro, a assinatura de Phil Cunningham, que substituiu Gillian durante seu afastamento sabático. Como o disco abrange toda a produção da banda entre 1981 e 2005, nada mais natural que a assinatura do Phil estivesse incluída junto às dos demais. Por fim, temos uma edição japonesa do álbum Live at Bestival 2012 autografada pela formação atual, já sem Peter Hook, e com Tom Chapman no baixo.

As assinaturas de Sumner, Gilbert, Morris, Cunningham e Chapman foram colhidas no ano passado durante a turnê sulamericana do New Order (que passou pelas edições chilena, argentina e brasileira do festival Lollapalooza e pelo festival uruguaio Rock’N’Fest), em março/abril. Já as de Peter Hook foram adicionadas posteriormente, também no ano passado, durante sua vinda ao Brasil com o show Performs New Order’s Low Life & Brotherhood Live.

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