NEWS | Peter Hook anunciará datas para a América do Sul

Light-Logo-300x300A novidade foi divulgada ontem: em sua conta no Twitter, o ex-baixista do Joy Division e do New Order, Peter Hook, publicou um post com a hashtag “#Substance2016” e no qual disse que nos próximos dias seriam divulgadas as datas de uma turnê pela a América do Sul. Em suas próprias palavras: “Nós temos algumas novas datas da turnê para anunciar em breve – dessa vez na América do Sul!”. A hashtag “#Substance2016” nos dá a entender de que ele deverá trazer para estas bandas seu show mais recente, no qual toca, na íntegra, os álbuns/coletâneas Substance do New Order e do Joy Division, lançados, respectivamente, em 1987 e 1988.

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Peter Hook já esteve aqui no Brasil com sua banda-tributo The Light em outras três ocasiões: na primeira, em 2011, tocou o álbum Unknown Pleasures (1979), do Joy Division; na segunda, dois anos depois, após um rápido set de canções do JD, apresentou os LPs MovementPower, Corruption and Lies, do New Order, entremeados por todos os singles lançados pela banda entre 1981 e 1983, incluindo “Blue Monday”; na terceira, em 2014, ele “homenageou” o New Order mais uma vez tocando os discos Low Life (1985) e Brotherhood (1986), além de singles como “Thieves Like Us”, “Shellshock” e “True Faith”. O The Light é formado, além de “Hooky”, por seu filho, Jack Bates (baixo), Andy Poole (teclados) e dois antigos colegas dos tempos do Monaco (projeto paralelo ao New Order nos anos 1990), David Potts (guitarra e vocais) e Paul Kehoe (bateria).

PETER HOOK & THE LIGHT / Discografia (somente formato físico):

  • Perform Unknown Pleasures Live at Goodwood (2010)
  • 1102 | 2011 (EP, 2011)
  • Unknown Pleasures Live in Australia (2011)
  • Joy Division’s Unknown Pleasures and Closer Live at Hebden Bridge (2015)
  • New Order’s Movement and Power, Corruption and Lies Live at Hebden Bridge (2015)
  • New Order’s Low Life and Brotherhood Live at Hebden Bridge (2015)
  • So This Is Permanence

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NEWS | Álbum beneficente ao vivo do Glastonbury 2016 terá faixa do New Order

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Álbum beneficente do festival de Glastonbury

A Oxfam (Comitê de Oxford de Combate à Fome) lançará nos formatos download streaming, no dia 05 de agosto, e em CD, no dia 19, o álbum beneficente Stand as One, que homenageará Jo Cox, política britânica do Partido Trabalhista assassinada em junho deste ano. O disco terá faixas que foram gravadas ao vivo em shows de artistas que participaram do festival de Glastonbury, em Worthy Farm, em junho. Dentre eles, New Order, que contribuiu com uma versão de “Bizarre Love Triangle”. Outros músicos e bandas que colaboraram com o projeto foram Coldplay, Muse, Editors e Sigur Rós. Os lucros com as vendas de Stand as One serão revertidos para o projeto da Oxfam de auxílio a refugiados. Abaixo, o tracklist completo do álbum e o show – na íntegra – do New Order no festival.

Coldplay – ‘Birds’
Foals – ‘What Went Down’
The Last Shadow Puppets – ‘The Dream Synopsis’
Jeff Lynne’s ELO – ‘Showdown’
Chvrches – ‘Bury It’
New Order – ‘Bizarre Love Triangle’
Years & Years – ‘Eyes Shut’
Jess Glynne – ‘Right Here’
Muse – ‘Starlight’
Wolf Alice – ‘Giant Peach’
Editors – ‘Munich’
Sigur Rós – ‘Sæglópur’
John Grant – ‘Grey Tickles, Black Pressure’
Richard Hawley – ‘Tonight The Streets Are Ours’
Jack Garratt – ‘Worry’
Laura Mvula – ‘People’
Madness – ‘My Girl’
Baaba Maal – ‘Fulani Rock’
Jamie Lawson – ‘Someone For Everyone’

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NEWS | Mark Reeder lança remix de “The Game”

THEGAME_MARK REEDERTrês dias antes do lançamento do single “People on the High Line”, o quarto saído do álbum Music Complete, a gravadora dinamarquesa Stella Polaris Music, especializada em música eletrônica downtempo e, também, promotora de um festival dedicado ao gênero, soltou para download pago um remix de Mark Reeder (produtor e DJ, ex-Frantic Elevators, ex-Die Unbekannten e ex-Shark Vegas) para “The Game” intitulado “Mark Reeder Spielt Mit Stella Polaris Edit”. A faixa faz parte de uma coletânea do selo intitulada A Symbol of Cosmic Order, que conforme a tradição da gravadora, está sendo lançada durante mais uma edição de seu festival homônimo (que começou no dia 29 de julho, na cidade de Kolding, e terminará no dia 07 de agosto, em Frederiksberg). Suas compilações são disponibilizadas para venda nos locais do evento, em bancas; ao final dele, podem ser encontradas nas lojas de discos físicas ou virtuais, como a Gaffa Shop, uma de suas parceiras. Infelizmente, o fato de terem liberado uma versão “edit” do remix agora não significa que o álbum A Symbol of Cosmic Order contém uma versão “extended” – na verdade, o mix creditado no disco é mesmo do digital single download lançado no último dia 26/07. Abaixo, deixamos para você ouvir um pequeno audio sample de 35 segundos. Dê sua opinião.

New Order & Mark Reeder:
The Game [Mark Reeder Spielt Mit Stella Polaris Edit] / Audio sample – 35s.
(©2016 – All rights reserved / Todos os direitos reservados)

O blog agradece a contribuição de Felipe Siqueira, do New Order Brasil.

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NEWS | People on the High Line: vendas “bombaram” no primeiro dia

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“People on the High Line”: vendas indo bem logo no primeiro dia

Como são as coisas: quando o New Order e sua atual gravadora, a Mute Records, anunciaram que “People on the High Line” seria o quarto single do álbum Music Complete, lançado há quase um ano, muita gente reclamou. Mesmo quem gostava da faixa (este blog, por exemplo, chegou a citá-la como um dos destaques do disco na resenha que foi publicada aqui) achava que ela não era a melhor escolha. Havia muitas apostas para “Plastic”, enquanto “Academic” tinha um imenso fã-clube fazendo torcida por ela. Bernard Sumner chegou a declarar, em um entrevista logo após o lançamento do disco, que “People on the High Line” era uma de suas favoritas para virar single, mas que a banda havia rejeitado sua indicação. Por isso, ninguem entendeu muito bem porque, “de repente”, eles resolveram mudar de ideia. Mas o fato é que, na prática, a escolha parece ter sido muito acertada: “High Line” literalmente “bombou” no seu lançamento – e o vídeo promocional, que será escolhido em um concurso, sequer foi lançado ainda!

No site Mutebank, lojinha virtual da Mute Records, o bundle (pacote) promocional com vinil 12″ e CD pelo preço camarada de £ 13 esgotou no mesmo dia; aliás, não há mais uma cópia sequer em CD para contar história (todas já se esgotaram) e o site agora aguarda a reposição dos estoques do vinil. O estoque da Amazon britânica também evaporou em poucas horas e até o momento em que escrevo estas linhas apenas um de seus vendedores parceiros/associados possuía cópias disponíveis – e as estava vendendo por extorsivas £ 11 (o CD) e £ 22 (vinil de 12″). Por sorte, consegui encomendá-los por £ 6 e £ 8, respectivamente, no site da Norman Records, mas ainda assim terei que aguardar a reposição do estoque dos vinis (só o CD estava disponível para pronta entrega).

E isso porque ninguem gostou da escolha de “People on the High Line” como novo single…

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NEWS | Livro de Peter Hook sobre o New Order sai em outubro deste ano

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Peter Hook promete “a verdade” sobre o New Order

Agora é oficial: o tão aguardado livro do (ex-)baixista Peter Hook sobre o New Order já tem a sua data de lançamento marcada. Intitulado Substance: Inside New Order, vai sair na Inglaterra, pela editora Simon & Schuster no dia 06 de outubro. A edição de capa dura terá 928 páginas (!!!) e o preço sugerido pelo editor será de aproximadamente £20 (cerca de R$ 86 pelo câmbio de hoje). “Hooky” promete um livro mais “verdadeiro” que Chapter and Verse, autobiografia do vocalista e guitarrista Bernard Sumner publicada pela Bantam Press em 2014. Em entrevista concedida ao site Skiddle.com e divulgada anteontem, o baixista disse:

“Fiquei bastante surpreso com o livro do Barney porque, na minha opinião, ele disse um monte de mentiras e eu até o tinha em má conta com algumas coisas, mas não por ser mentiroso. E isso me deixou chocado. Quando eu li o livro fiquei surpreso porque ele conseguiu despachar trinta anos de New Order em cem páginas. Olhei para o glossário e vi que eu estava em 66 delas, sendo chamado de lixo [N.T.: isso, absolutamente, NÃO É VERDADE]. Meu novo livro é sobre a história do New Order. Ele [o livro] diz a verdade e eu acho que as pessoas que leram os livros do Joy Division e do Haçienda tirarão suas próprias conclusões. Eu nunca fui acusado ou chamado de mentiroso a respeito de qualquer coisa a ver com isso. Eu simplesmente disse a verdade sobre o que aconteceu. O livro sobre o New Order, que vai sair em breve, vai fazer exatamente o mesmo. Logo, as pessoas serão capazes de tirar suas próprias conclusões e pensar por si mesmas”.

Substance: Inside New Order, que já teve o título cogitado para Power, Corruption and Lies, já se encontra disponível para pré-venda em diversos sites, como o da Amazon inglesa, mas na loja virtual Recordstore pode ser encomendada uma edição limitada que virá assinada pelo próprio Peter Hook – a exemplo do que foi feito com os livros anteriores, The Haçienda: How to Not Run a Club (2010) e Unknown Pleasures: Inside Joy Division (2013). Abaixo, o blog oferece a tradução do press release oficial do livro.


Dois álbuns aclamados e uma iminente turnê pela América do Norte – o Joy Division tinha o mundo aos seus pés. Então, na véspera desse passeio e do início do que certamente poderia ter sido uma história de sucesso internacional, o conturbado vocalista da banda, Ian Curtis, se matou.

“Nós realmente não pensamos sobre isso depois. Simplesmente aconteceu. Um dia estávamos no Joy Division, então nosso vocalista se matou e em seguida, quando nos reunimos novamente, éramos uma nova banda…” (Peter Hook)

Essa banda era o New Order. Seu som característico – uma inovadora fusão de pós-punk e electro – abriu caminho para a explosão da dance music nos anos oitenta e deu-lhes a fama de ser uma das bandas mais influentes de sua geração. Apesar do sucesso, a banda sempre foi um choque entre o visionário e o volátil e suas relações eram repletas de tensões.

Conhecido por não conhecer tabus, Peter Hook conta de modo abrangente toda a história do grupo, repleta de ultrajantes anedotas e incluindo cada set list, itinerário de turnê e detalhes sobre cada equipamento eletrônico usado para forjar o som que mudou o rumo da música popular.

O autor: Peter Hook nasceu em Salford, em 1956. Ele foi membro fundador do Joy Division e do New Order e agora excursiona tocando a música de ambos os grupos com sua banda ‘Peter Hook and The Light’. Ele também é DJ e promove o concerto The Haçienda Classical pelo mundo. Peter vive em Cheshire com sua esposa, Rebecca, e os filhos, Heather, Jack e Jessica, e seus cães de estimação, Wilma e Bo.

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NEWS | New Order na América do Sul? Sim!

NewOrderPara2Eu “cantei a pedra” aqui no blog: havia alguns indícios de que o New Order poderia vir à América do Sul ainda este ano, talvez em novembro. Não deu outra: a banda realmente passará por estas bandas com a turnê do álbum Music Complete. O “anúncio” saiu da boca do casal Gillian Gilbert (teclado, guitarra) e Stephen Morris (bateria) em uma entrevista concedida à EITB (Euskal Irrati Telebista), emissora de TV estatal do País Basco, nos bastidores do festival BBK Live, em Bilbao (Espanha), no qual se apresentaram no dia 07 de julho. Na entrevista, publicada na página da EITB no You Tube (ver abaixo), a dupla teve que responder típicas perguntas clichês do tipo “o que vocês acham de Bilbao?”; mas quando foram questionados sobre os planos para o “futuro próximo”, Stephen Morris respondeu: “Prosseguiremos com os festivais… Em seguida, sairemos de férias por algumas semanas. E depois daremos uma passadinha pela América do Sul”. Naturalmente, não disseram nada sobre quais cidades, nem sobre as datas etc. Vale ressaltar que os shows da atual turnê vêm recebendo elogios da imprensa especializada pelo mundo afora – aqui mesmo no blog já publicamos traduções de algumas resenhas. E eu, por experiência própria, vi uma bela amostra em Paris no ano passado. Então, que a América do Sul prepare o seu calor para receber o New Order mais uma vez!

O blog agradece Marcello Dourado e ao Josué “Mr. Disco” pelo envio do vídeo.

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NEWS | Jornalistas relembram noitada de Bernard Sumner com ‘groupies’.

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As jornalistas Miranda Sawyer e Sylvya Patterson. Foto: Samantha Hayley.

O site The Quietus publicou ontem um interessante bate-papo com as jornalistas britânicas Sylvya Patterson e Miranda Sawyer, famosas pelos serviços prestados como entrevistadoras de importantes revistas sobre música e cultura pop, como Smash HitsNew Musical ExpressThe Face, entre outras. Na conversa, comandada por Jude Rogers, Patterson e Sawyer fizeram um balanço, com direito a algumas histórias bem bacanas, de três décadas de entrevistas com diversos nomes do cenário musical inglês e internacional. Ambas têm em comum, além de livros publicados (o de Miranda Sawyer se chama Out of Time e é sobre “crise de meia idade”, e o de Sylvya se intitula I’m Not With the Band, que são suas memórias como jornalista musical), o amor pelo New Order, além de cultivarem com a banda uma relação de proximidade. Sawyer, por exemplo, foi uma das curadoras da caixa de 4 CDs Retro (2002). No troca-troca de figurinhas com Rogers, a duas (em especial Sylvya) comentaram um episódio “tosco” ocorrido em 1986, e relatado em I’m Not With the Band, envolvendo o vocalista e guitarrista Bernard Sumner com groupies. O  blog traz o trecho em questão da conversa, no qual Patterson define o New Order daqueles tempos como “they were punk rock to the absolute bone”, algo que, em português, poderia ser “eles eram punks até a alma” ou “da ponta dos pés ao último fio de cabelo”. O fragmento não é muito extenso, mas ainda assim é divertido…



Vocês também revelaram coisas à respeito da vida privada das bandas de uma maneira que poucos jornalistas o fariam hoje em dia. Tomando por exemplo uma entrevista sua, Sylvya, com o New Order, sua banda favorita, que você menciona no livro, você revelou que foram acordados no meio da noite por um Bernard Sumner que se “divertia” com duas “periguetes”, sem saber que ele tinha esposa e um filho em casa.

S.P.: Deus, foi um verdadeiro desastre. Foi por pura ingenuidade. Isso nunca deveria ter sido autorizado para ser publicado. Eu era nova no cargo, não sabia o que podia escrever e nem conseguia fazê-lo. Não havia nenhum relações públicas nessa viagem, ao contrário dos dias de hoje, nos quais eles estão por toda parte. Tony Wilson estava em algum lugar com eles ali por perto e éramos apenas eu e um fotógrafo igualmente inexperiente chegando ao escritório da gravadora e dizendo “Nós somos do The Hits!”. E eles: “Quem são esses manés?”. Nós éramos apenas crianças batendo à porta para ver se eles nos deixariam entrar. As coisas eram desse jeito naquele tempo.

M.S.: Você escreveria sobre groupies hoje em dia?

S.P.: [balançando a cabeça] Certamente eu não faria mais qualquer outra coisa desse tipo. Era apenas a banda, que estava muito mau humorada, e eu tentando fazer as típicas perguntas bobocas e estúpidas da Smash Hits para lhes chamar a atenção. Você sabe, coisas do tipo, “Bernard, fale sobre ‘Bizarre Love Triangle’… É sobre um triângulo?”. Eles eram punk rock da ponta do pé até o último fio de cabelo. A primeira coisa que disseram foi: “Pergunte-nos qualquer coisa horrível e nós vamos quebrar as suas pernas”.

M.S.: Veja bem, eu sabia que, na verdade, era o humor de Manchester quando eu os entrevistei alguns anos mais tarde, mas você não tinha ideia. Eu sabia que era só “ligar o foda-se”.

S.P.: Mas nós, os jornalistas, não fazemos a cabeça de ninguem. Todos pensam que isso é o que fazemos agora, mas não é verdade. Nós estávamos lá para extrair o melhor dessas pessoas. Quer dizer, se um artista é charmoso, engraçado, fascinante e tem uma história incrível, o que se tem em seguida é uma espécie de carta de amor. É um toma lá, dá cá. Estamos destinados a fazer isso: escrever sobre pessoas. Procure o toma lá, dá cá mais do que qualquer outra coisa.

[a entrevista, na íntegra, pode ser lida AQUI]

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NEWS | “People on the High Line” para todos os gostos

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Capa do 12″ de “People on the High Line”.

Foram divulgados mais detalhes sobre o próximo single do New Order, “People on the High Line” (29/07), o quarto saído do décimo e mais recente álbum da banda, Music Complete (Mute Records, 2015). Em primeiro lugar, soltaram os tracklists do vinil de 12″ (que dessa vez terá a cor branca) e do CD (que trará outro ícone na capa, vide foto ao lado); além disso, no dia 09 de setembro será lançado em edição limitada (2.000 cópias) um picture disc cortado no formato do ícone que será usado na capa do 12″ e do digital single download (imagem ainda não divulgada). Esse disquinho terá, no lado A, a versão “Richard X Video Mix”, e, no lado B, o “Claptone Radio Edit”. Não há informações ainda a respeito desses mixes serem incluídos no pacote de downloads.

Enquanto isso, o site DirrtyRemixes.com fez a gentileza de disponibilizar de graça três remixes de “People on the High Line” para os fãs irem se aquecendo: “Richard X Extended Mix”, “Richard X Radio Edit” e “Claptone Remix” (sim, o próprio, aquele que havia saído dias atrás como digital single download exclusivo, porém pago, no site Beatport). O “Extended Mix” de Richard X não é novidade – é o mesmo do Deluxe Vinyl Box Set e do CD duplo Complete Music; já sua “contraparte”, a versão edit, a princípio só sairia no dia 29 deste mês com o lançamento do CD single. Os downloads podem ser feitos AQUI. Agradecemos o amigo Felipe, do New Order Brasil, pela dica!

PEOPLE ON THE HIGH LINE / Tracklist (oficial):

VINIL 12″ BRANCO
Lado A: Claptone 12″ Remix
Lado B: Extended Mix

CD SINGLE
01. Richard X Radio Edit
02. Claptone Remix
03. LNTG Can’t Get Any Higher Remix
04. Planet Funk Remix
05. Extended Mix
06. Hybrid Remix
07. Hybrid Armchair Mix

LIMITED SHAPED 7″ PICTURE DISC (somente 09/09)
Lado A: Richard X Video Mix
Lado B: Claptone Radio Edit

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NEWS | “Por que todos ainda amam o New Order?” Site australiano responde.

Hoje o site australiano de notícias News publicou uma crítica/resenha sobre o primeiro dos quatro concertos que o New Order fez na Opera House, em Sydney, como parte das programações do Vivid Live Festival. É curioso, para dizer o mínimo, que o News tenha dado sua palavra à respeito exatamente um mês após a realização da apresentação; além do delay, também chama a atenção não terem considerado os dois shows que o New Order realizou, pelo mesmo evento e no mesmo lugar, acompanhado pela Australian Chamber Orchestra – experiência única na história do grupo. Em todo caso, trouxe, de lambuja para os leitores, uma tradução “meio mais ou menos” (faço o melhor que posso), da crítica escrita por Kathy McCabe.


VIVID LIVE SYDNEY: NEW ORDER SACODE A GALERA NA NOITE DE ABERTURA
Up, down, turn around [“suba, desça, dê a volta”], New Order manteve o público de pé em sua alegre abertura do Vivid Live na Opera House de Sydney na noite passada.
por Kathy McCabe, News Corp. Australia Network

O show, como em ocasiões amplificadas pela prestigiada sala de concertos, começou com o público se balançando entusiasticamente em seus assentos, se aquecendo como a banda, e com canções que alternavam entre o material mais familiar e temas do seu recente álbum de “retorno à boa forma”, Music Complete.

Aqueles que mal podiam se conter em suas poltronas se mudaram para dançar nos corredores laterais, mas no momento em que chegaram à metade do show, com “Tutti Frutti”, boa parte da plateia ficou de pé e dançou como se mais nada importasse.

“Quem poderia imaginar que uma música sobre sorvete seria tão popular?”, disse o vocalista Bernard Sumner, pedindo mais palmas ao público.

Quando a banda soltou “Bizarre Love Triangle” uns dois temas adiante, a sala estava lotada de gente radiante e feliz dançando e cantando alto porque, como todas as outras músicas do New Order, ela descreve o Homem Comum.

A voz de Sumner e o som arrasta-pé-disco-gótico, que fazem com que todos se sintam como se nunca tivessem sido maus dançarinos, é outro motivo pelo qual o New Order continua sendo uma banda tão querida para os filhos da década de 1980.

Então, quando o vocalista passou o microfone para um membro da plateia na primeira fila para cantar o refrão de “Bizarre Love Triangle”, você não diria que não era ele mesmo cantando se tivesse fechado seus olhos.

O amargurado ex-baixista Peter Hook não fez falta porque Tom Chapman tocou aquelas linhas [de baixo] marcantes como se fosse o cara mais sortudo do mundo.

E o resto da banda, incluindo os membros originais Stephen Morris e Gillian Gilbert, ao lado do multi-instrumentista Phil Cunningham, parecia igualmente satisfeito por fazer esse concerto na Opera House de Sydney. Privilegiados que apreciam visitas regulares aos seus salões sob as velas dos barcos esquecem o grande negócio que é quando nomes internacionais se apresentam por lá.

Ainda que o set fosse polvilhado por faixas de Music Complete, incluindo “Singularity”, “Restless”, “Academic”, “Plastic” e “Superheated”, nossos botões de nostalgia foram pressionados para valer pela familiaridade gloriosa de seus clássicos.

“Blue Monday” e “True Faith” imediatamente transportaram o público de volta para aquela pista de dança de sua juventude onde luzes estroboscópicas e sistemas de som pulsavam alimentando um total abandono melhor do que qualquer Disco Biscuits [N.T.: jam band da Filadélfia que também faz um blend de rock e música eletrônica] jamais poderia.

Eles completaram um círculo iniciado com Music Complete e concluído com a banda de cujas cinzas o New Order surgiu após a morte prematura do vocalista do Joy Division, Ian Curtis.

“Cermony” veio cedo no set, mas “Temptation” e “Love Will Tear Us Apart” vieram no final.

Após a completa impossibilidade de sua inclusão no Future Music Festival, em 2012, o New Order está de volta a Sydney exatamente onde deveria estar, tocando para as exatas pessoas que querem vê-los.

SET LIST:
Singularity
Ceremony
Academic
Crystal
Restless
1963
Your Silent Face
Tutti Frutti
People on the High Line
Bizarre Love Triangle
Waiting for the Sirens’Call
Plastic
The Perfect Kiss
True Faith
Temptation
Blue Monday (encore)
Love Will Tear Us Apart (encore)
Superheated (encore)

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NEWS | Julho e setembro: os lançamentos que virão por aí

N.O.+Singles

“New Order: Singles” estará de volta turbinadão

Fãs, prepare your cash! O lançamento oficial, há três dias, de um digital single remix exclusivo de “People on the High Line” no site Beatport, foi só um aperitivo. Não demorou muito tempo para o New Order anunciar a data na qual pretende soltar a versão física do single, o quarto saído do álbum Music Completedia 29 de julho. Definida pela revista virtual The Quietus como “o encontro do Chic com o Kraftwerk em uma pista de dança”, a faixa “People on the High Line” terá seu vídeo oficial escolhido em um concurso promovido pelo site Genero.tv – o prêmio para o vencedor será de US$ 8.000.

Outro lançamento anunciado esta semana é a reedição da coletânea Singles, de 2005, em dois formatos: CD duplo e box set de 4 LPs de 180 gramas. Na verdade, o relançamento de Singles tinha sido programado para o ano passado, mas acabou sendo suspenso por razões inexplicáveis. Dessa vez, parece que sai para valer. A Warner o promete para o dia 09 de setembro – e a Amazon britânica já abriu pré-venda. De acordo com a gravadora, Singles será relançado devido à alta taxa de compressão das faixas na edição original, gerando a necessidade de uma remasterização, e também para que as versões de determinadas músicas fossem substituídas. É o caso, por exemplo, de “Run”: pela primeira vez teremos, em vez da album version, a verdadeira “Run 2 (Edit)”, até hoje inédita em CD. “I’ll Stay With You”, de Lost Sirens (2013), será incluída como bonus track.

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