NEWS | Um passarinho me contou…

IMG_1333Não se trata de uma informação oficial, mas veio de uma fonte segura – o que é o bastante para deixar os fãs animados. Um contato mais do que confiável do blog teria conversado com um membro do road crew do New Order na semana passada durante o Riot Fest, em Chicago, evento no qual a banda se apresentou, e ele teria dito que está nos planos de Sumner, Gilbert, Morris, Cunningham e Chapman para 2018 uma excursão pela Europa com o espetáculo que produziram especialmente para o Festival Internacional de Manchester este ano. Para quem não sabe do que se trata, foram cinco apresentações nas quais o New Order foi acompanhado no palco por uma “orquestra” de doze sintetizadores tocados por jovens músicos da Northern College of Music regidos pelo maestro Joe Duddell e que contou também com cenografia e efeitos visuais assinados pelo conceituado artista multimídia Liam Gillick. Nesses shows, realizados nos antigos estúdios da TV Granada (Manchester), o grupo substituiu o manjado set recheado de hits por um repertório concentrado em canções que a banda não tocava ao vivo há anos.

Esses shows receberam aclamação tanto da crítica quanto do público e ganharam bastante destaque na imprensa europeia. Algumas faixas apresentadas nesses concertos foram integradas ao set da mais recente passagem do New Order pelos Estados Unidos. O contato do blog nos disse ainda que cidades como Berlim e Viena estão na mira da banda para essa tour europeia no ano que vem. A seguir apresentamos, por álbum, a relação das músicas que foram tocadas este ano durante o Festival Internacional de Manchester e que poderão fazer parte desses tão ansiosamente aguardados shows em 2018:

Power, Corruption & Lies (1983): “Ultraviolence” e “Your Silent Face”.
Low Life (1985): “Elegia” e “Sub-Culture”.
Brotherhood (1986): “Bizarre Love Triangle” e “All Day Long”.
Substance (1987): “Shellshock”.
Technique (1989): “Vanishing Point” e “Dream Attack”.
Republic (1993): “Times Change” (versão instrumental).
Get Ready (2001): “Behind Closed Doors” (lado-B do single “Crystal”).
Waiting for the Sirens’ Call (2005): “Who’s Joe” e “Guilt is a Useless Emotion”.
Music Complete (2015): “Plastic”
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Joy Division: “Disorder”, “Decades” e “Heart and Soul”.

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NEWS | Bernard Sumner fala sobre como serão os shows do New Order no Festival Internacional de Manchester, em junho e julho

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Foto: Divulgação MIF 2017.

O blog traz hoje uma uma tradução livre de uma matéria publicada no site do jornal Manchester Evening News no dia 09 de março deste ano e que cobriu o evento de lançamento do Festival Internacional de Manchester 2017 no Mayfield Depot. Nesse evento, o vocalista e guitarrista do New Order, Bernard Sumner, falou um pouco sobre como serão os shows que a banda fará no festival com a colaboração do maestro e arranjador Joe Duddell, do artista visual Liam Gillick e de uma “orquestra” de 12 sintetizadores tocados por alunos da Royal Northern College of Music.



NEW ORDER FALA SOBRE EMOÇÃO NOS SHOWS QUE ACONTECERÃO NOS ANTIGOS ESTÚDIOS DA TV GRANADA NO MIF DE 2017
Bernard Sumner, do New Order, falou no lançamento do MIF 2017 e explicou o quão emocionante será para a banda tocar nos velhos estúdios da TV Granada

Bernard Sumner, a estrela do New Order, falou sobre a emoção de tocar nos tão ansiosamente aguardados shows que o grupo fará no Festival Internacional de Manchester nos antigos estúdios da TV Granada.

A banda de Manchester recriará algumas de suas canções mais antigas apoiada por uma “orquestra” de doze sintetizadores para o que pode vir a ser um dos ingressos mais procurados do MIF [N.T.: sigla em inglês do festival].

Ontem, ao falar no lançamento do festival no antigo Mayfield Depot, o vocalista disse que esses shows terão grande repercussão devido às ligações que a banda possui com a TV Granada, que foi onde o chefe da Factory Records, Anthony Wilson, trabalhou.

Foi nos velhos estúdios da emissora que o grupo, então como Joy Division, estreou na TV em 1978, no programa Granada Reports.

Após a trágica morte do vocalista Ian Curtis, em 1980, a banda passou a se chamar New Order e se tornou uma das mais aclamadas e influentes dos últimos quarenta anos.

Bernard disse: “Estamos ansiosos para tocar nos velhos estúdios da TV Granada porque a nossa primeira chance do tocar na televisão foi no programa do Tony Wilson, que se eu não me engano era o Granada Reports, no qual apresentamos ‘Shadowplay’, do Joy Division. Essa foi a nossa estreia na televisão, então a Granada está em nossos corações e, claro, tem a relação com Tony, que mais tarde se tornou o chefe da nossa gravadora, a Factory”.

“No começo, achávamos que o Mayfield Depot tinha um grande potencial como local para esses shows, mas depois que vimos os estúdios da TV Granada achamos que faria mais sentido tocar lá. Daria um toque especial”, completou Bernard.

Os cinco concertos que o New Order fará no festival foram intitulados de So It Goes…, uma referência a um programa de TV apresentado por Wilson nos anos 1970 na emissora.

A banda se apresentará no palco 1 dos estúdios em junho e julho acompanhados por doze músicos do Royal Northern College of Music e dos efeitos visuais criados pelo artista Liam Gillick.

O New Order reduziu seu catálogo a um set list com cerca de doze músicas, mas Sumner disse que bastaram apenas dois dias para repassar seu antigo material.

“Nós estamos por aí faz um tempo… e fizemos um monte de músicas”, disse ele. “Mas o Festival Internacional de Manchester queria que fizéssemos algo que fosse diferente do nosso set habitual. Foi assim que surgiu a ideia de tocar músicas que normalmente não costumamos tocar e que pegaríamos essas canções, dividiríamos em suas micro partes, como cacos de um espelho em pedaços, e usaríamos os músicos da Royal Northern College of Music. E esses componentes foram arranjados pelo Joe Duddell.

“Haverá doze músicos tocando sintetizadores. Nós vamos desconstruir as músicas e o Joe irá reconstruí-las para que os alunos [da Royal Northern College of Music] possam tocá-las melhor do que nós!”

Sobre como serão os shows, Bernard faz mistério – embora tenha revelado que “Blue Monday” não fará parte do set.

Ele disse: “Liam Gillick é amigo de Peter Saville, e como Peter sempre esteve bastante envolvido com a gente, ele veio com umas ideias fantásticas. Vai ser um set bem interessante, mas eu não posso dizer nada mais além disso.

“O aspecto técnico é o que há de mais difícil. Mas bastaram dois ensaios para tudo funcionar”.

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