NEWS | New Order ganha prêmio espanhol de música independente

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Logo do Premios MIN

No ano passado o New Order faturou um Q Awards e, também, foi eleito a “banda do ano” pela revista MoJo. Agora foi a vez do grupo faturar o Premios MIN de La Musica Independiente 2016 na Espanha, na categoria “melhor artista internacional”. Criado em 2009 pela Unión Fonográfica Independiente (UFI) com o intuito de “reconhecer a criação, a diversidade e a qualidade artística das produções independentes realizadas na Espanha e aproximar a música e o processo de produção do público”, o Premios MIN chegou à sua oitava edição e, como de costume, também condecora a produção independente internacional. O New Order conquistou mais esse reconhecimento graças ao seu último disco de estúdio, Music Complete.

Segundo a página do prêmio da internet, “o mítico New Order está de volta com seu primeiro álbum de estúdio em dez anos, que também é sua estreia no selo Mute. Music Complete mostra um grupo revitalizado que, se anteriormente havia flutuado entre guitarras ou eletrônica, nesta ocasião encontra o equilíbrio perfeito entre ambas. Music Complete foi produzido pela própria banda, com a exceção de ‘Singularity’ e ‘Unlearn This Hatred’, ambas produzidas por Tom Rowlands (Chemical Brothers), enquanto ‘Superheated’ – cantada por Brandon Flowers (The Killers) – contém produção adicional de Stuart Price (Les Rhythmes Digitales, Madonna) e ‘Plastic’ foi mixada por Richard X. Iggy Pop Participa em ‘Stray Dog’ e Elly Jackson (La Roux) participa de ‘Tutti Frutti’ e ‘People on the High Line’ e faz coros em ‘Plastic’. As cordas do álbum, interpretadas pela Manchester Camerata, foram arranjadas por Joe Duddell. Tudo se junta para completar um novo clássico da uma banda relevante ao longo de quatro décadas”.

O New Order terá duas oportunidades de agradecer aos espanhóis pelo prêmio: a primeira no dia 18 de junho no festival Sónar, em Barcelona (dividindo a data com Fatboy Slim e o DJ Laurent Garnier), e a segunda em 7 de julho no BBK Live, em Bilbao (repetindo o Lollapalooza/SP de 2014, porque se apresentarão na mesma noite do Arcade Fire).

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REVIEW | New Order na “MOJO” número 266 (janeiro 2016)

266_Bowie-collectors-coverNosso video review de hoje dá uma folheada na mais recente edição da MOJO (#266, janeiro de 2016). Apesar de David Bowie ser a estrela de capa, a revista deu muita bola para o New Order: além de eleita “Banda do Ano”, o disco Music Complete foi para o pódio na escolha dos cinquenta melhores álbuns de 2015 e “Restless” foi incluída no CD que vem de brinde com a revista. Os detalhes são contados no vídeo. Para variar, torço para que gostem.

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NEWS | MOJO: New Order é a “Banda do Ano” em 2015

266_BowieApós ter dado quatro estrelas (de cinco possíveis) ao álbum Music Complete em agosto deste ano, a revista inglesa Mojo, em sua recém lançada edição #266 (janeiro de 2016), elegeu o New Order a “Banda do Ano” de 2015 e traz uma entrevista com o grupo. Alguns trechos podem ser conferidos aqui. Em um deles, a tecladista Gillian Gilbert diz “Nós tivemos um bocado de sorte com a colaboração da Elly Jackson [aka La Roux] e do Tom Rownlands [Chemical Brothers]. Criou-se um pouco de entusiasmo que eu suponho que havíamos perdido. É como sair em turnê e ver pessoas jovens na plateia, isso lhe dá um impulso”. Stephen Morris, o baterista, por sua vez disse que “A última vez que foi emocionante lançar um disco foi, provavelmente na metade dos anos oitenta, mais ou menos na época do Low Life. Foi realmente esquisito sair com esse disco em turnê e ver a reação [do público] aos números mais eletrônicos e dançantes”. Segundo a revista, a entrevista também contém “pensamentos da banda” à respeito de “certos baixistas”.

Mas a Mojo não ficou “apenas” nisso. Na sua lista dos “50 Melhores Álbuns de 2015”, o disco Music Complete aparece em um digno terceiro lugar, deixando para trás títulos badalados de Blur, Tame Impala, The Libertines e álbuns de dois medalhões do rock: os guitarristas Keith Richards (Rolling Stones) e David Gilmour (ex-Pink Floyd)! A cereja do bolo foi a inclusão da faixa “Restless” no CD-brinde da edição, intitulado Mojo’s Best of 2015. Em outras palavras: para a revista, 2015 foi o ano do New Order.

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NEWS | Uncut (sobre “Music Complete”): “o melhor álbum do New Order desde ‘Technique'”

neworder351-370x215Acabaram de sair nas três principais revistas sobre música e cultura pop inglesas da atualidade – Uncut, Q e MoJo – as primeiras resenhas sobre o álbum Music Complete, o décimo da carreira do New Order (se contarmos o LP de sobras de estúdio Lost Sirens, de 2013). Como de praxe, a imprensa sempre tem acesso ao novo trabalho antes dele chegar as lojas (o que, no caso de Music Complete, só ocorrerá daqui a um mês). As três publicações foram unânimes: esse seria o melhor disco do New Order em mais de uma década. A Q foi ainda mais generosa e ofereceu aos fãs um especial de 21 páginas (!!!) que traça toda a trajetória da banda, além de falar do novo rebento, para qual deu quatro estrelas (de cinco). Essa também foi a nota dada pela MoJo, que escreveu “nono álbum [N.T.: a revista não está contando com Lost Sirens] reivindica o status de ícone”. Por sua vez, a Uncut deu nota 7/10 e disse enfaticamente: “facilmente o melhor álbum do New Order desde Technique e o mais diversificado de todos”.

Fonte: Dry 201 Message Pub / NewOrderOnLine.com.

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IMPRENSA | Bernard Sumner fala sobre a gravação do novo álbum do New Order na MOJO

No comecinho deste ano, a revista MOJO também publicou uma matéria, assinada por Ian Harrison, falando das gravações do que virá a ser o décimo álbum de estúdio do New Order (sem título definido ainda), e o primeiro sem o idolatrado baixista Peter Hook. Trata-se, na verdade, de uma entrevista com Bernard Sumner incluída no editorial “15FOR2015”, que lista os quinze principais acontecimentos ou lançamentos esperados para este ano. O disco do New Order figurou a posição número 2. De interessante, ficamos sabendo que o engenheiro de som Craig Silvey, que trabalhou com Arctic Monkeys (Suck It and See), Arcade Fire (The Suburbs e Reflektor), The National (Trouble Will Find Me), Nine Inch Nails (“Closer to God”, single) e Portishead (Third), também está envolvido no projeto. A seguir, disponibilizamos uma tradução da matéria.


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#2: NEW ORDER
A banda mais célebre de Manchester combate uma tábua de passar roupa, alista um Chemical Brother e volta com uma música nova após uma década.

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Quando MOJO procurou pelo líder do New Order, Bernard Sumner, ele revelou que uma tábua de passar roupa havia acabado de cair sobre sua cabeça. Mas mesmo isso não pôs fim ao seu entusiasmo depois de tocar o primeiro mix de uma música nova – “Restless” – na noite anterior, feita com o engenheiro de som do Arcade Fire e do Arctic Monkeys, Craig Silvey. “Foi simplesmente do caralho! Realmente excitante, uma experiência emocionante”, diz ele. “É um pouco do que eu gosto – fazer algo criativo, começando do nada”.

Após três anos trabalhando ao vivo, a reformada banda agora está preenchendo esse vazio do nada com oito novas faixas e mais ainda por vir para o seu décimo álbum. As músicas começaram a tomar forma em janeiro de 2014: bateria, baixo e guitarra são gravadas no estúdio caseiro do percussionista Stephen Morris, em Macclesfield; vocais, programações e sintetizadores são adicionados nas instalações de Sumner, ao sul de Manchester.

“Quando temos uma faixa que é realmente inspiradora, dá bastante trabalho”, explica ele, acrescentando que a escuridão do inverno inglês o deixa mais produtivo, escrevendo em uma mesa voltada para uma parede para ter o mínimo de distração. “São as minhas impressões a partir da música que dão origem à primeira linha das letras, depois a segunda e assim por diante. Mas tenho que admitir que o processo de escrita tem sido fragmentado e sem sentido, realmente mais difícil do que sair em turnê”.

A banda irá produzir as canções finalizadas, incluindo “Unlearn This Hatred” e uma outra, cujo título provisório é “Tutti Frutti”, além de duas faixas supervisionadas por Tom Rowlands, dos Chemical Brothers. “Nós sempre contratamos produtores por duas razões”, diz Sumner, “porque nós os respeitamos e porque eles acrescentam algo a uma faixa, além de tirarem fora toda a merda e de serem políticos”. Os relatos de que seriam produzidos por James Murphy foram, diz ele, um mal entendido em uma entrevista on line quando a banda na verdade estava se referindo à sua assinatura de contrato com a gravadora Mute.

Educadamente, mas com firmeza, Bernard diz não querer chamar a atenção sobre possíveis temas (“liricamente, eu sou um impressionista, você deixa a pessoa escutar e fazer o resto, então ela se torna parte do processo”), mas confirma que o baixo de algumas músicas soa familiar, como no material altigo da banda. “Sim, há um pouco disso. Eu não quero menosprezar essa pessoa [ele está se referindo ao ex-baixista do New Order, Peter Hook], mas muita gente sabe tocar baixo. [O álbum] consiste em uma série de elementos, alguns eletrônicos, alguns acústicos, alguma mistura, como o Arcade Fire faz. O New Order é uma banda híbrida”.

Ele espera que o álbum saia na Primavera. “É um renascimento?”, ele pergunta. “É como se fossemos revelar nossa nova direção e fazermos nossa odisseia jazz? Não. Mas nos sentimos revitalizados, pelos shows terem ido tão bem e pela atmosfera positiva na banda. Acho isso perfeitamente natural neste momento. O contrato com a Mute é de apenas um álbum, não quisemos assinar com nosso sangue porque queríamos ver como iria funcionar e como o trabalho vai progredir em estúdio. Se nós gostarmos, haverá mais LPs, com certeza”.

Ian Harrison