REVIEW | New Order na “MOJO” número 266 (janeiro 2016)

266_Bowie-collectors-coverNosso video review de hoje dá uma folheada na mais recente edição da MOJO (#266, janeiro de 2016). Apesar de David Bowie ser a estrela de capa, a revista deu muita bola para o New Order: além de eleita “Banda do Ano”, o disco Music Complete foi para o pódio na escolha dos cinquenta melhores álbuns de 2015 e “Restless” foi incluída no CD que vem de brinde com a revista. Os detalhes são contados no vídeo. Para variar, torço para que gostem.

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NEWS | MOJO: New Order é a “Banda do Ano” em 2015

266_BowieApós ter dado quatro estrelas (de cinco possíveis) ao álbum Music Complete em agosto deste ano, a revista inglesa Mojo, em sua recém lançada edição #266 (janeiro de 2016), elegeu o New Order a “Banda do Ano” de 2015 e traz uma entrevista com o grupo. Alguns trechos podem ser conferidos aqui. Em um deles, a tecladista Gillian Gilbert diz “Nós tivemos um bocado de sorte com a colaboração da Elly Jackson [aka La Roux] e do Tom Rownlands [Chemical Brothers]. Criou-se um pouco de entusiasmo que eu suponho que havíamos perdido. É como sair em turnê e ver pessoas jovens na plateia, isso lhe dá um impulso”. Stephen Morris, o baterista, por sua vez disse que “A última vez que foi emocionante lançar um disco foi, provavelmente na metade dos anos oitenta, mais ou menos na época do Low Life. Foi realmente esquisito sair com esse disco em turnê e ver a reação [do público] aos números mais eletrônicos e dançantes”. Segundo a revista, a entrevista também contém “pensamentos da banda” à respeito de “certos baixistas”.

Mas a Mojo não ficou “apenas” nisso. Na sua lista dos “50 Melhores Álbuns de 2015”, o disco Music Complete aparece em um digno terceiro lugar, deixando para trás títulos badalados de Blur, Tame Impala, The Libertines e álbuns de dois medalhões do rock: os guitarristas Keith Richards (Rolling Stones) e David Gilmour (ex-Pink Floyd)! A cereja do bolo foi a inclusão da faixa “Restless” no CD-brinde da edição, intitulado Mojo’s Best of 2015. Em outras palavras: para a revista, 2015 foi o ano do New Order.

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REVIEW | “Restless”: Vinil verde 12″ + CD maxi single + slipcase

ArticleSharedImage-56626Outro review em vídeo que demorou um pouquinho para ir ao ar graças ao serviço cada vez mais ineficiente da nossa Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – desta vez sobre as edições “físicas” do primeiro single saído do álbum Music Complete, “Restless”. São dois formatos: vinil (translúcido) de 12 polegadas (prensado na cor verde) e compact disc maxi single. De quebra, damos uma palavrinha sobre a caixinhaslipcase – que acompanha o CD (oferta exclusiva da Eurostore do New Order).

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DOWNLOAD | Remixes de “Restless” estão disponíveis no DirrtyRemixes

IMG-20150721-WA0000O site especializado em remixes oficiais DirrtyRemixes, no ar desde de 2008, disponibilizou para download, com 320 kbps de bitrate, quatro novas versões de “Restless”, o primeiro single saído de Music Complete, o novo álbum do New Order. Além dos já divulgados “RAC Mix” e “Agoria Mix”, assinados, respectivamente, pelo Remix Artist Collective e por Sébastien Devaud, o site traz também “RAC Instrumental Mix” e “Agoria Dub”, dos mesmos produtores (e não relacionados para fazerem parte do single físico a ser lançado no dia 09 deste mês). Então, quem quiser baixá-los é bom não perder tempo, pois não se sabe se terão algum lançamento oficial, nem se permanecerão em definitivo no DirrtyRemixes.

LINK

Colaborou com este post Felipe Siqueira (New Order Brasil).

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NEWS | “Restless” ganha mais um remix oficial

510vEteH04L._SL1438_Após recente divulgação do primeiro remix oficial de “Restless”, há exatos quatro dias o New Order soltou em seu canal no Soundcloud mais uma releitura do single de estreia de Music Complete. Intitulado “RAC Mix”, o remix foi produzido pelo DJ e produtor André Allen Anjos, que atende pelo nome Remix Artist Colective, alcunha herdada dos tempos em que comandava um coletivo internacional de produtores que remixavam temas de rock e música eletrônica. Seguindo o exemplo de seu antecessor, “Agoria Remix”, o trabalho de Anjos lança a faixa do New Order em outra atmosfera, um tanto distante do clima uptempo da versão da banda. Vale lembrar que o single em seus suportes “físicos” – vinil de 12″ e CD – só vai para lojas daqui há um mês. Enquanto isso, vai um “ok!” do nosso blog para o “RAC Mix”.

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NEWS | Mute e New Order divulgam o primeiro remix de “Restless”

2015-08-12mute541-amazonA Mute Records, em sua página no Soundcloud, e o New Order, em sua conta no You Tube, divulgaram o primeiro remix oficial de “Restless”, o single de estreia do álbum Music Complete. Intitulado “Agoria Remix”, foi obra do compositor, produtor e DJ francês Sébastien Devaud. Esse remix, ao lado de outros (como os de Andrew Weatherall e do Remix Artist Collective), fará parte das versões vinil de 12″ e CD do single, que só irão para as lojas no dia 09 de outubro. A seguir, temos os tracklists das respectivas edições:

VINIL 12″ / 12MUTE541
Side 1:
1. Restless [Extended Mix]
Side 2:
1. Restless [Andrew Weatherall Remix]
2. Restless [Agoria Remix]

CDS / CDMUTE541
1. Restless [Single Edit]
2. Restless [Extended 12″ Mix]
3. Restless [Agoria Remix]
4. Restless [Xxxy Build Up Mix]
5. Restless [RAC Mix]
6. Restless [Andrew Weatherall Remix]

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NEWS | Sai o vídeo promocional de “Restless” (e fizemos nossa avaliação sobre o single e o clipe)

Clipe RestlessHoje os fãs do New Order tiveram uma grata surpresa: após a divulgação, cinco dias atrás, de um sample de 15 segundos do vídeo promocional de “Restless”, o novo single, finalmente foi feito seu lançamento oficial no canal do grupo no You Tube. Produzido e dirigido por um coletivo espanhol chamado NYSU, o vídeo de “Restless” conserva a tradição do New Order de clipes incomuns. Aqui no blog aproveitamos a onda desse lançamento para publicar nossas impressões sobre a faixa e seu respectivo vídeo.

Após sua apresentação oficial no programa Chris Evans Breakfast Show, “Restless”, canção escolhida para ser o primeiro single do próximo álbum do New Order, Music Complete, foi lançada no “formato” digital single download no último dia 29 de julho. A Amazon britânica passou a disponibilizar a faixa por £0,69 em sua versão editada, tal como apresentada durante a transmissão de Chris Evans e no canal oficial da banda no You Tube. Entretanto, aqueles que encomendaram Music Complete na pré-venda pela loja virtual do New Order puderam baixar a album version, ligeiramente mais longa, que também está disponível na iTunes Store por US$2,19. A gravadora prometeu, para o dia 09 de outubro, o lançamento “Restless” em CD e vinil recheados de remixes.

O lançamento do novo single foi cercado de bastante expectativa. Não apenas porque a banda e sua nova gravadora, a Mute Records, vêm sendo eficientes nesse começo de divulgação de Music Complete (o álbum só sai dia 25 de setembro), mas também, por razões óbvias, porque seria a primeira canção de estúdio nova que o público ouviria sem o baixo marcante e inconfundível de Peter Hook – desde sempre uma parte fundamental no som do grupo (descontando, é claro, as primeiras apresentações ao vivo das igualmente novas “Singularity” e “Plastic”, respectivamente durante as turnês pelas Américas do Sul e do Norte no ano passado).

Pois bem… Então, o que dizer sobre “Restless”? O que se viu nas redes sociais já era esperado: o primeiro single do “novo” New Order dividiu opiniões. Tinha a turma do “o pior do New Order com o Peter Hook é milhões de vezes melhor do que isso”. Mas essa perspectiva não carece de muito crédito por ser muito passional e exagerada. Em geral, no cálculo das proporções, os votos favoráveis a “Restless” levaram um pequena margem de vantagem. Ainda assim, dentro desse segmento, houve quem dissesse: “ok, a faixa é legal, mas eu esperava por algo superior”. Havia ainda aqueles que disseram “é uma boa música, mas deveriam ter escolhido ‘Singularity’ como primeiro single.

Aí chegamos a um ponto crucial. Se for possível fazer uma análise objetiva a respeito de “Restless”, essa seria: na contramão do mau agouro, o novo single soa como New Order ou, melhor ainda, com o New Order antigo; excetuando aquele estilo de baixo agudo e melódico que arrastou fãs ardorosos até aqui, todos os outros “clichês” pelos quais a banda se tornou famosa na década de 1980 estão lá, intactos, frescos como nunca. Parece que estamos ouvindo alguma faixa perdida de Technique (1989), como “All the Way” ou “Guilty Partner”. Todavia, a impressão que “Restless” transmite nas primeiras audições é que, mesmo sendo uma típica boa canção “neworderiana”, daquelas que nos coloca um sorriso matreiro no canto do rosto, ela não soa “poderosa o bastante”, ou pelo menos não à primeira vista, para justificar sua escolha como primeiro single de um novo álbum. Em suma, “Restless” daria uma (muito) boa album track, mas nada mais do que isso. Será?

Com o tempo, você vai se dando conta que o New Order armou para cima de todo mundo uma grande pegadinha. Quando se chega ao final de “Restless”, a perplexidade diante de uma opção tão “questionável” conduz a uma praticamente irresistível nova audição. E depois outra. E mais outra. A cada nova tentativa, a faixa vai soando melhor, ao ponto de… ao ponto de… quase candidatar-se a clássico. Quanto mais se ouve “Restless”, melhor ela parece e mais se gosta dela. Se alguem na primeira tentativa chegou, inclusive, a projetar mentalmente o baixo de Peter Hook nela, como estratégia para preencher um suposto “vazio” nessa canção, que esse alguem esteja seguro de que essa necessidade praticamente desaparece com o tempo. Depois de alguns dias ouvindo de novo e de novo, já é possível achar que a escolha da banda, afinal, não teria sido tão equivocada assim. “Restless” fica na cabeça, gruda… um bom single não deveria ser assim?

Se “Restless” vai recolocar o New Order nas paradas de sucessos, isso já é outra história. Mas os ingredientes necessários estão todos ali, muito bem dosados e mixados. Pelo fato de ser aquele tipo de música que cresce aos poucos em vez de arrebatar logo de cara (como no caso de tiros de canhão como “Blue Monday”, “Bizarre Love Triangle” ou “Regret”), talvez leve mais tempo para se transformar em um hit. E depois que Music Complete sair, também saberemos se o disco oferece afinal opções melhores ou não. Se bem que isso talvez não importe mais tanto assim.

Com relação ao ótimo, porém quase indecifrável à primeira vista, vídeo correspondente, produzido pelo já citado coletivo NYSU, temos tradições preservadas: um vídeo do New Order sem o New Order e, como de costume, não convencional. Se você ainda não entendeu o que queremos dizer com “vídeo não convencional”, procure no You Tube clipes mais antigos da banda como “True Faith”, “Touched by the Hand of God”, “Fine Time”, “Run 2”, “Round and Round”, “Spooky” ou “Crystal”. No caso de “Restless”, temos uma justaposição de referências e elementos que se desenrolam a partir de um pacto de sangue entre jovens: fantasia medieval, erotismo, raves, hedonismo, traição. Em outras palavras, seu desenvolvimento narrativo e sua estética são totalmente pós-modernos – o que não é algo novo quando se trata dos vídeos promocionais do New Order.

Em suma, o New Order pós-Hook dá a impressão de estar indo bem nesse começo de divulgação do seu novo rebento porque, apesar da perda daquelas magníficas linhas de baixo, parece ter optado por não se reinventar ou não operar grandes mudanças, tanto no som quanto na sua comunicação visual, o que certamente deixará os fãs mais tranquilos e satisfeitos.

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NEWS | New Order divulga 15 segundos do vídeo promocional de “Restless”

IMG-20150721-WA0000Hoje, através de seus canais oficiais na internet (Facebook, You Tube, Twitter e Instagram), o New Order liberou uma amostra de cerca de quinze segundos do vídeo promocional de “Restless”, primeiro single de Music Complete, cujo lançamento está programado para o dia 25 de setembro. O trecho divulgado mostra jovens dançando em um nightclub. Questionada pelos seguidores do seu Twitter com relação à presença da banda no vídeo, Gillian Gilbert (teclados) disse “nós não estamos nele, mas pessoas descoladas sim”. O New Order não divulgou o nome por trás da direção do vídeo, nem quando ele será oficialmente lançado.

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NEWS | Peter Hook detona “Restless” e Bernard Sumner em seu blog

IMG-20150812-WA0000Após um post no qual disse que “muitas faixas desse disco [Music Complete, o próximo lançamento do New Order] eram destinadas ao segundo álbum do Bad Lieutenant” e que o “New Order acabou como uma atitude ou estilo de vida [em 1993, com o CD Republic]. Nos tornamos um grupo como outro qualquer. E uma vez que Rob [Gretton, falecido ex-empresário da banda] se foi, o New Order foi enterrado com ele”, um amargurado e raivoso Peter Hook atacou de novo em seu blog ontem. O ex-baixista detonou sem dó e piedade o novo single da atual versão do New Order, “Restless”, e chamou o guitarrista e vocalista Bernard Sumner de “mentiroso” e “idiota de merda”. A tradução, na íntegra, do post vem a seguir:


Parece que Deus existe!

O novo single do “New Odour” [N.T.: “novo odor”] é uma porcaria. Obrigado, meus grandes poderes!

Bem, não é uma porcaria, é apenas ok… como eu imaginei. Devo admitir que me preparar para ouvi-lo foi um momento muito estranho. Mas eu o ouvi e soa exatamente como eu pensei que soaria… um disco solo de Barney Sumner. Ele realmente está no controle. O refrão é bastante cativante, mas não é tão bom quanto qualquer outro single que já gravamos… Oh, exceto “Jetstream”… outro single solo de Barney.

Estou satisfeito.

É sem alma e Barney ainda consegue soar entediado enquanto canta (deveria ser chamado de “Careless” [N.T.: “desleixado”], porque é assim que soa). O baixo é relegado a um papel de apoio, do jeito como ele gosta. Aliás, tudo tem papel de apoio. A bateria começa bem, mas o padrão complicado é perturbador. A música inteira parece programada para caber em uma polegada de sua vida (eu aposto que o computador ficou superaquecido). Eu acho que [o lançamento do single] foi adiado por várias semanas, ou por meses, fazendo todo mundo esperar até que todos os overdubs possíveis tivessem se esgotado, deixando todo mundo maluco no processo. É  um pouco sem vida, muito parecido com o grupo.

Eu lamento pelos fãs… por esperarem 10 anos por algum material com o nosso nome e receberem isso. Me dá a sensação de que fizeram por fazer, é supercicial (foi exatamente por isso que eu deixei o grupo em 2007). “A Nova Roupa do Imperador” me vem à mente.

Agora esses pobres coitados têm que fazer a divulgação e fingir o quanto eles gostaram de fazer isso etc etc, que todos estavam integralmente envolvidos e blá blá blá… e que tudo está ótimo, muito melhor do que antes. É como aquelas atrizes de novela que aparecem no Lorraine [N.T.: programa de celebridades da TV britânica] que sempre dizem “Ah, sim, nós somos uma grande famíia feliz no estúdio de gravação”.

Uma farsa, assim como foi em Get Ready e Sirens’… Deus me perdoe. Devo admitir de que não sinto falta da mentira, da pretensão, do mito e da pantomima que todo o grupo vende.

Estava lendo a entrevista do Barney à MOJO e vou respondê-lo em breve. Estou realmente farto de ver esse bastardo mentir sobre toda a história do nome Haçienda. Ele é um idiota de merda, bem como um (alegadamente) mentiroso; é hora de vocês saberem a verdade e eu vou escrever para  MOJO e fornecer as provas.

Minha mulher me diz para deixar de lado, para parar e me concentrar sobre o quanto eu gosto do que eu faço agora e não levar em conta os outros. Eu sei que ela está certa. Mas até que o caso seja resolvido eu não posso deixar isso para lá, não até que a justiça seja feita. O que eles fizeram comigo é repugnante, roubando o que foi justamente meu pelas minhas costas enquanto eu estava em turnê na China, sem qualquer envolvimento meu [N.T.: certamente Hooky está se referindo à reunião do New Order sem uma “oficialização” de sua saída], esperando apenas que eu aceitasse resignadamente. SEM CHANCE! Depois de 31 anos de suor, sangue e lágrimas, o que você faria?

Usaram a desculpa de que eu toco Joy Division e de que tomei o nome Haçienda para justicar a vocês, fãs, de que eles estavam certos em voltar com o New Order sem mim. Isso simplesmente não é verdade.

Como eu disse antes, o Bad Lieutenant [N.T.: projeto solo de Sumner criado após a separação do New Order em 2007] havia tocado ao vivo músicas do Joy Division e do New Order antes de mim e o nome Haçienda foi comprado por Rob Gretton [N.T.: falecido ex-empresário da banda] em um leilão público em 1997 realizado pelos liquidatários da boate após sua falência. Eu fico doente de tanto repetir isso, me sinto como uma formiga chutando um elefante… mas eu vou continuar chutando até que todos sintam.

Eles deveriam ser boicotados por todos os fãs do New Order… eles não merecem seu apoio. Eles são ladrões. “Ladrões como eles” [N.T.: “Thieves Like Them”, trocadilho com o título da música “Thieves Like Us” do New Order, que quer dizer “ladrões como nós”] he he he. 😉


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NEWS | Baixe de graça uma versão “radio edit” de “Restless”

KA KCRW, emissora de rádio do campus do Santa Monica College, na Califórnia, elegeu hoje como “Top Tune” (uma espécie de “destaque do dia”) o novo single do New Order, “Restless”. De lambuja, disponibilizou para download, gratuitamente, uma versão editada da faixa, com 3’30”. Esta versão é menor que a “Single Edit” disponibilizada no canal da banda no You Tube e via streaming no mixtape oficial do New Order no Spotify – e ainda mais curta que a a album version liberada para download para os que encomendaram o álbum Music Complete (lançamento previsto para 25 de setembro) na lojinha virtual do grupo. Ao que tudo indica, essa versão apresentada pela KCRW deve ser a radio edit definitiva.

  • Para ouvir “Restless (KCRW Today’s Top Tune Radio Edit)”, clique AQUI.
  • Para baixar gratuitamente “Restless (KCRW Today’s Top Tune Radio Edit)”, clique AQUI.

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