NEWS | New Order: o que vem por aí

Picture1O New Order anunciou hoje em suas redes sociais e, também, em seu site oficial que lançará lá fora no dia 30 de novembro (mesmo dia em que o grupo se apresentará em Uberlândia, no Triângulo Mineiro) uma inédita edição em vinil da coletânea Total: From Joy Division to New Order. O disco foi lançado originalmente em CD em 2011 e se diferenciou dos demais álbuns compilatórios da banda por incluir também faixas do Joy Division. Além disso, na época em que foi lançado Total trazia a público pela primeira vez uma das sobras de estúdio de Waiting for the Sirens’ Call (2005), a canção “Hellbent”.

Outra boa novidade é que o livro de memórias do baterista Stephen Morris já tem título, capa e data lançamento divulgados. De acordo com a Amazon britânica, Record Play Pause está previsto para sair em fevereiro do ano que vem. A edição capa dura tem preço de lançamento estimado em £16 (aproximadamente R$ 77, sem contar despesas de envio). A editora que lançará o livro é a Constable. O texto de descrição da Amazon (em tradução livre) diz assim:

“O livro de Stephen Morris não será aquela típica autobiografia que normalmente tende a ser recheada de malícia porém pobre em matéria de música. Parte memórias, parte história auditiva, será um texto híbrido na voz irônica e espirituosa de Stephen, uma narrativa dupla sobre o que é crescer no noroeste da Inglaterra nos anos 1970 e sobre como a música realmente funciona. Ele também explorará o que é fazer parte de uma banda mítica e também a ideia de como você se torna o que você é.” 

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Nós aqui do blog diremos o seguinte: agora só falta o livro da Gillian Gilbert…

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REVIEW | Avaliamos o relançamento de “Singles”

new-order-singlesLá pelos idos de1986/1987, o falecido “Mr. Manchester”, Tony Wilson, na época repórter e apresentador da Granada TV e chefe da gravadora Factory Records, comprou um Jaguar novo em folha e equipado com um CD player. Para saciar a sua vontade de poder ouvir todos os singles do New Order enquanto dirigia seu novo (e caro) “brinquedo”, a banda e seu selo conceberam o álbum Substance (agosto de 1987), o ducentésimo lançamento da Factory (FACT 200). O coneito por trás do disco (duplo) era o seguinte: reunir em um mesmo título todos os singles de 12” que o New Order havia lançado, desde o primeiro – “Ceremony”, de 1981 – até o mais recente – “True Faith”, de julho de 1987. Foi um grande sucesso: cerca de 2 milhões de cópias vendidas só nos Estados Unidos.

Embora tenha álbuns em diversas listas de “Melhores Discos de Todos os Tempos” – Low Life (1985) e Technique (1989) são os que mais frequentemente aparecem -, o New Order se notabiizou mesmo pelos grandes singles de 12” gravou, sendo que alguns deles não faziam parte de um LP até Substance aparecer. Inclusive, a banda detém o recorde do formato: “Blue Monday” é, até hoje, o single de doze polegadas mais vendido de todos os tempos. Mas por que a escolha dos 12”? Na década de 1980 esse formato (o mesmo diâmetro de um long play) alcançou uma popularidade até então inédita, sobretudo porque possibilitava o lançamento de versões estendidas (acima de 5 minutos) ou remixadas das músicas de trabalho, o que contribuiu para sua larga utilização pelos DJs nos clubs. Os finais alongados ou demoradas passagens instrumentais facilitavam a vida daqueles que queriam fazer experimentos com as “carrapetas” enquanto o público suava na pista de dança. A musica do New Order parecia ter sido feita sob medida para esse formato.

Mas o bom e velho disco compacto, de sete polegadas, não tinha sido abandonado ainda. Devido ao seu menor diâmetro, os artistas daquela época frequentemente o utilizavam para lançar versões editadas e mais curtas de suas músicas para facilitar a veiculação nas rádios. Em torno de 3’30” e 4’00″ (aproximadamente), essas versões eram conhecidas como 7” Mix (“mixagem para sete polegadas”), 7” Edit (“editada para sete polegadas”) ou Radio Edit (“editada para rádio”) e também eram usadas nos vídeos promocionais. Com o surgimento do CD, a prática de lançar faixas editadas para os meios de comunicação não foi deixada de lado. Por isso, quase vinte anos mais tarde (2005), quando anunciaram que seria lançada uma nova coletânea de singles (e atualizada com tudo o que foi lançado de 1987 em diante), mas dessa vez com as versões editadas, os fãs pularam de alegria: uma parte nada insignificante desse material não havia sido lançada em formato digital ainda.

Singles foi criado como um contraponto ou complemento à proposta de Substance. Enquanto um disco era dedicado aos 12” e suas versões estendidas, o outro se concentrava nos compactos ou versões curtas lançadas em CD. A ideia era genial. Mas na época em que foi lançado, Singles não entregou o que vendeu. Diversas faixas eram, na verdade, album versions ou edits novos feitos exclusivamente para a coletânea. Em 2008, quando saíram as edições remasterizadas e expandidas dos álbums do New Order do período Factory, muita gente pensou “agora vai!” – mas, novamente, muita coisa ficou de fora, o que deixou os fãs frustrados. Melhor dizendo: irritados.

Mas Singles está de volta. A coletânea acaba de ser relançada – não apenas em CD duplo, seu formato original, como também na forma de um lindo (e dispendioso) box set de quatro vinis de 180 gramas. O press realease tenta justificar o relançamento: “Uma década após seu primeiro lançamento, Singles foi refinado para se transformar em uma digna representação da história da banda. O renomado Frank Arkwright remasterizou o material em Abbey Road a partir de cópias de alta qualidade das masters. Além da adição de ‘’I’ll Stay With You”, de Lost Sirens (2013), inclui os single edits e mixagens corretas de “Nineteen63”, “Run 2”, “Bizarre Love Triangle”, “True Faith”, “Confusion” e “Perfect Kiss”. O resultado é uma atualização da versão anterior do álbum”.

Fora a inclusão de “I’ll Stay With You”, algo sem propósito se considerarmos de que se trata de uma música que nunca foi lançada em single, a versão remasterizada e atualizada de Singles certamente vai arrancar um sorriso de satisfação até do fã mais exigente. Para começar, o trabalho feito por Frank Arkwright, que já havia remasterizado o material do Joy Division, é irrepreensível – está anos luz à frente do som demasiado alto e irritantemente estridente das Collector’s Editions dos álbuns do período 1981-1989. O outro ponto forte é a apresentação da caixa com os quatro LPs (vide fotos): aqui Peter Saville reinterpretou sua própria criação com um indefectível toque de luxo e requinte. Aliás, parece que o designer ultimamente vem dando o seu melhor no formato box set – vide as versões “encaixotadas” do álbum Music Complete.

Se há algum “defeito” a ser mencionado em Singles é que, mais uma vez, nem todas as versões das faixas estão corretas. Os edits de “Confusion” e “The Perfect Kiss”, por exemplo, não são os originais encontrados nos vinis de 7” lançados na Inglaterra na década de 1980; “Blue Monday”, como na edição anterior, aparece em sua apoteótica versão de pouco mais de sete minutos (a gravação editada fora rejeitada pela banda e até o presente momento continua existindo apenas em um raríssimo compacto promocional lançado no Japão em 1983); todavia, agora temos “Run 2” finalmente em formato digital.

Para quem deseja completar o catálogo do New Order em CD, pode se dizer que Singles chega quase lá, o que já é o suficiente para ser recomendado. Com relação ao box set de quatro LPs, fica a pergunta: vale o quanto pesa? A resposta é sim: é aquele tipo de item engrandece e embeleza uma boa coleção. E essa nova edição parece ser um bom prenúncio de que finalmente teremos, em um futuro próximo, “a” caixa do New Order (o baterista Stephen Morris disse em entrevistas recentes que a banda está preparando o que virá a ser o seu box set “definitivo” da banda). Depois do balde de água fria que foi o cancelamento de Recycle e o fiasco dos álbuns remasterizados e expandidos em CD, fica a esperança de que os fãs serão, enfim, recompensados pela longa espera!

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NEWS | “People on the High Line” para todos os gostos

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Capa do 12″ de “People on the High Line”.

Foram divulgados mais detalhes sobre o próximo single do New Order, “People on the High Line” (29/07), o quarto saído do décimo e mais recente álbum da banda, Music Complete (Mute Records, 2015). Em primeiro lugar, soltaram os tracklists do vinil de 12″ (que dessa vez terá a cor branca) e do CD (que trará outro ícone na capa, vide foto ao lado); além disso, no dia 09 de setembro será lançado em edição limitada (2.000 cópias) um picture disc cortado no formato do ícone que será usado na capa do 12″ e do digital single download (imagem ainda não divulgada). Esse disquinho terá, no lado A, a versão “Richard X Video Mix”, e, no lado B, o “Claptone Radio Edit”. Não há informações ainda a respeito desses mixes serem incluídos no pacote de downloads.

Enquanto isso, o site DirrtyRemixes.com fez a gentileza de disponibilizar de graça três remixes de “People on the High Line” para os fãs irem se aquecendo: “Richard X Extended Mix”, “Richard X Radio Edit” e “Claptone Remix” (sim, o próprio, aquele que havia saído dias atrás como digital single download exclusivo, porém pago, no site Beatport). O “Extended Mix” de Richard X não é novidade – é o mesmo do Deluxe Vinyl Box Set e do CD duplo Complete Music; já sua “contraparte”, a versão edit, a princípio só sairia no dia 29 deste mês com o lançamento do CD single. Os downloads podem ser feitos AQUI. Agradecemos o amigo Felipe, do New Order Brasil, pela dica!

PEOPLE ON THE HIGH LINE / Tracklist (oficial):

VINIL 12″ BRANCO
Lado A: Claptone 12″ Remix
Lado B: Extended Mix

CD SINGLE
01. Richard X Radio Edit
02. Claptone Remix
03. LNTG Can’t Get Any Higher Remix
04. Planet Funk Remix
05. Extended Mix
06. Hybrid Remix
07. Hybrid Armchair Mix

LIMITED SHAPED 7″ PICTURE DISC (somente 09/09)
Lado A: Richard X Video Mix
Lado B: Claptone Radio Edit

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NEWS | “Tutti Frutti” ganhará edição japonesa exclusiva

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Capa da edição japonesa de “Tutti Frutti”

O mercado fonográfico japonês sempre oferece aquele “algo mais” que deixa os fãs de música popular no Ocidente de olho grande. Os seguidores do New Order que o digam. Três exemplos: em 2001 saiu na Terra do Sol Nascente um EP com “Crystal” e quatro faixas gravadas ao vivo no Reading Festival de 1998; em 2005 a edição nipônica de Waiting for the Sirens’ Call tinha uma versão de “Krafty” cantada em japonês como faixa bônus; e no ano passado, o último álbum, Music Complete, tinha como extra na edição japonesa uma versão estendida de “Restless”. Desta vez, o single “Tutti Frutti”, o segundo saído de Music Complete, será lançado em vinil de 12 polegadas no Japão, mas em uma versão diferente: além da capa ser azul (em vez de amarela, como na edição inglesa), a bolacha terá no lado B um remix do músico e produtor Takkyu Ishino (o lado A é o mesmo, o “Extended Mix”). Ishino é também integrante de uma banda de synthpop chamada Denki Groove. A data programada para o lançamento é 16 de março, mas o vinil já está disponível para pré-venda no site da Amazon japonesa. Enquanto isso streaming do remix de Takkyu Ishino encontra-se liberado em sua página no Soundcloud – confiram logo abaixo.

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Takkyu Ishinu

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NEWS | Pílulas de New Order

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Trazemos hoje três notas curtas para você, leitor e fã, se manter atualizado sobre o que vem sendo publicado lá fora sobre New Order, Joy Division, side projects e assuntos relacionados. Esperamos, uma vez mais, atingir nosso objetivo: informar e aumentar o fã-clube. Boa leitura.

  • O New Order vem se saindo muito bem nas paradas britânicas desde que o álbum Music Complete saiu em setembro do ano passado. O disco, como chegamos a publicar aqui, alcançou o segundo lugar na parada de álbuns, sendo esta a melhor colocação desde Republic (primeiro lugar, em 1993). O último single não está fazendo feio, não. Embora hoje os downloads e o streaming tenham mais peso no mercado, revelando as novas preferências de quem consome música, “Tutti Frutti”, faixa dançante que flerta com o disco house, alcançou a quarta posição entre os singles físicos (CD e vinil) e foi o segundo 12″ mais vendido. Aliás, os fãs do New Order parecem ser, também, entusiastas das velhas bolachas: Music Complete ficou na 26ª posição na lista dos LP’s mais vendidos na Inglaterra em 2015. Trata-se de uma bela posição, considerando que o disco competiu com álbuns que saíram meses antes dele e, também, com relançamentos de alto calibre, dentre eles o multi-recordista Dark Side of the Moon, do Pink Floyd. De novidade, a Mute Records promete para os próximos dias o novo single. E o relançamento da coletânea Singles (nos formatos CD duplo, o original, e box-set com 4 LP’s), que deveria ter rolado no ano passado, foi adiado para dezembro deste ano… Santa espera, Batman!

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  • O baterista do New Order, Stephen Morris, é a estrela do segundo vídeo da série Analogue, produzido e divulgado pelo site da gravadora/produtora The Vinyl Factory. O pequeno filme de quase quatro minutos mostra Morris no estúdio caseiro montado em sua fazenda em Macclesfield, Grande Manchester, cercado por sintetizadores analógicos e falando sobre eles e sobre tecnologia musical em geral. Em seu depoimento, ele diz que, como produtor, se considera um herdeiro de Martin Hannett (produtor dos discos do Joy Division e dos trabalhos iniciais do New Order) e de Konrad “Conny” Plank, o alemão por trás do som proto-eletrônico de bandas germânicas como Kluster/Cluster, Neu!, Harmonia e Kraftwerk (do primeiro LP a Autobahn). Um dos momentos mais interessantes é quando Morris diz que, se por um lado é maravilhoso que hoje haja tantos recursos e opções em termos de tecnologia musical, o que abre um leque quase ilimitado de possibilidades, por outro ter diante de si tanto para escolher acaba nos deixando paralizados e sem saber tomar decisões… E, curiosamente, a música moderna acabou se tornando mais homogênea.

 

  • Fazendo uma espécie de divulgação antecipada do show que fará na Irlanda com seu atual grupo, o The Light, em 31 de março deste ano, Peter Hook, o ex-baixista, concedeu uma entrevista ao The Irish News há poucos dias. O bate-papo com o entrevistador basicamente girou em torno de dois clássicos do New Order, os álbuns Low Life (1985) e Brotherhood (1986), que serão tocados ao vivo na íntegra na Irlanda (show que, inclusive, já passou por São Paulo em 2014). Todavia, Hook foi perguntado sobre seu livro de memórias do New Order, Power, Corruption and Lies, que estava previsto para ser lançado no ano passado. Segundo o baixista, estima-se que talvez seja publicado em outubro deste ano e que o livro terá mais de 1.000 páginas, com direito a minuciosos detalhes. Apesar da extensão da obra, Hook ainda teve que atender a uma lista de cortes feita pelo seu advogado, para evitar transtornos judiciais futuros, haja vista que ele e os ex-colegas de banda vêm travando batalhas nos tribunais envolvendo os negócios  e distribuição de royalties em torno do uso do nome New Order. Mas o rancoroso bass hero deu suas escorregadelas: disse que o New Order deixou de tocar “Sunrise” ao vivo porque o vocalista Bernard Sumner estava sempre insatisfeito com as partes de guitarra de Gillian Gilbert (mas quem tocava guitarra nessa era Bernard, enquanto Gillian fazia as partes de teclado) e que Sumner “condensou 30 anos de New Order em 100 páginas – em 60 delas me chama de cretino” em sua auto-biografia (sendo que, na verdade, o tema da crise com Peter Hook não ocupa mais do que sete ou oito páginas). Fãs, atenção: há de se ler o livro do Hooky (quando ele sair) com muito critério.

 

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REVIEW | “Restless”: Vinil verde 12″ + CD maxi single + slipcase

ArticleSharedImage-56626Outro review em vídeo que demorou um pouquinho para ir ao ar graças ao serviço cada vez mais ineficiente da nossa Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – desta vez sobre as edições “físicas” do primeiro single saído do álbum Music Complete, “Restless”. São dois formatos: vinil (translúcido) de 12 polegadas (prensado na cor verde) e compact disc maxi single. De quebra, damos uma palavrinha sobre a caixinhaslipcase – que acompanha o CD (oferta exclusiva da Eurostore do New Order).

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NEWS | Mais “Music Complete” para todos os gostos (e bolsos)

2015-11-bxstumm390-webAtual temporada do editor deste blog em Paris acabou fazendo com que deixássemos de lado – com excessão do show que abriu a mini-turnê europeia de divulgação do álbum Music Complete aqui na “Cidade-Luz” – várias outras novidades envolvendo o New Order. A começar pelo lançamento, com uma semana de antecedência, da tão esperada versão “Deluxe Vinyl Box Set” do novo rebento, uma caixa com nada menos que oito vinis: além do Music Complete em LP duplo transparente, o pacote inclui outros seis discos de 12″ coloridos com versões extended de todas as faixas, de “Restless” a “Superheated”. A data inicialmente anunciada para o lançamento era dia 06 de novembro; porém, no dia 30 de outubro aqueles que haviam feito o pre-order do box set receberam um e-mail da New Order Webstore comunicando o envio da caixa para as suas residências via United Parcel Service – o que gerou até uma certa polêmica depois (sobre a qual falaremos em breve). Conforme o site da banda havia anunciado, 200 cópias autografadas do box foram aleatoriamente distribuídas entre os compradores do mundo todo e, tão logo elas começaram a chegar, seus donos não tardaram a exibi-las em suas contas do Facebook ou do Instagram. Após o retorno ao Brasil, prometo que vocês terão o video review do blog sobre essa luxuosa edição. Tarda mas não falha.

Uma outra novidade que deixamos passar nesses últimos dias foi o anúncio do lançamento das edições “físicas” do single “Tutti Frutti” (CD e vinil de 12″), o segundo saído de Music Complete. Uma versão radio edit já havia sido lançada no formato digital single download no dia 20 de outubro, mas os fãs só terão acesso a todos os mixes que serão incluídos nos suportes materiais – incluindo o já badalado remix feito pelos caras do Hot Chip – a partir do dia 11 de dezembro. A capa, cuja arte é um fragmento do “Techno Tudor” criado pelo designer Peter Saville para o encarte de Music Complete, a exemplo de “Restless” terá cores diferentes em cada formato: rosa shocking para digital single download, laranja para CD maxi single e amarelo para o vinil de 12″. Ao final do post temos os tracklists:

TUTTI FRUTTI (Cat. # 12MUTE542) – Vinil 12″:
Side One: Tutti Frutti, Extended 12″ Mix
Side Two: Tutti Frutti, Hot Chip Remix Vinyl Edit

TUTTI FRUTTI (Cat. # CDMUTE542) – CD maxi single:
1. Tutti Frutti, Single Version
2. Tutti Frutti, Extended 12″ Mix 2
3. Tutti Frutti, Hot Chip Remix
4. Tutti Frutti, Tom Trago’s Crazy Days Remix
5. Tutti Frutti, Richy Ahmed Remix
6. Tutti Frutti, Hallo Halo Remix

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